DOMINGO, 5 DE FEVEREIRO DE 2012

BOAS NOTÍCIAS!


Prezados Amigos,



Saudações!



Esperamos que todos estejam bem.



NOTÍCIA (1)



Na última quinta-feira, recebemos com muita alegria um telefonema, que noticiou, que seremos homenageados namara de Vereadores, a honraria se deve aos trabalhos realizados por nossa Escola, através do Aikido em Piracicaba, onde elevou o nome de nossa cidade no âmbito nacional e internacional.



"A realização de seminários colocou a noiva da colina em posição de destaque, Piracicaba está sendo “falada” aos quatro cantos", assim, mencionou o vereador, José Luiz Ribeiro.



Tal homenagem será recebida pelo Sensei Roney, às 19:30 h, namara de Vereadores, no próximo dia 9. Nesse dia as aulas estão canceladas e contamos com a presença dos alunos e familiares .



Lembramos que, em Piracicaba é a primeira vez que uma Escola de Aikido recebe tal moção.



NOTÍCIA (2)



Por coincidência no mês de fevereiro, estamos comemorando 7 anos de existência, ou seja, quase uma década da fundação da Escola Aiki Kaizen de Aikido.



Nosso aniversário será comemorado no dia 11 de fevereiro, às 9:30 h, em nossa sede, vejam a foto do novo tatame, são 140 m2, instalado recentemente, com película de silicone, anti-alérgico, não poroso, o que nos proporciona todo conforto para prática segura e responsável.



ATENÇÃO!



Assim, no dia 9, após a homenagem namara, sairemos para “uma pizzada” e no dia 11/2, sairemos almoçar juntos.



Todos estão convidados, será um prazer recebê-los.



Forte abraço.



Aiki Kaizen Dojo




TERÇA-FEIRA, 24 DE JANEIRO DE 2012

"Assim Falou Zaratustra"


Autor: Sady Carnot



“O homem, ao nascer, caminha nos campos de seus pais, adulto, caminha nos próprios campos e depois caminha nos campos de seus filhos.”



Não pense você que esteja escrevendo para você.



Você é qualquer você.



Se a carapuça não servir, não tente colocá-la, mas se for seu número, enterre-a.



Neste fim de semana, num encontro familiar, conheci um homem.



Noventa e dois anos de idade, chegou caminhando lentamente e sorrindo para todos.



Sentou-se junto a uma mesa, onde estava montado um tablado de xadrez. Sorria para o tablado e sorria para as pessoas que estavam. As pessoas não percebiam, mas era lançado um desafio constante a cada um que olhasse para ele. Lentamente as crianças foram se aproximando e ele foi ensinando com uma paciência sem par, a cada pergunta feita a ele.



Os adultos foram se aproximando e se sentando sobre sua pequena armadilha. Iniciavam o jogo e em pouquíssimo tempo, perdiam a partida.



Eu olhava e sorria.



Outros foram chegando e ele com noventa e dois anos, com total lucidez, dava verdadeiras surras em quem se arriscava a sentar na armadilha.



Esse homem, falou sobre suas histórias, falou sobre sua religião (espírita), aconselhou pessoas, cantou comigo (afinal meu violão tinha ido comigo para que eu pudesse cantar minhas velhas melodias).



Em determinado momento, percebi que algumas vezes ele era repetitivo e dizia algumas besteiras.



Mas veja, com sua idade, ele tem permissão poética para viver, para fazer o que quiser e desejar, permissão que lhe foi dada pelo poder Supremo do Universo.



Ele pode. Ele pode ter dificuldades, pode falar e pensar o que quiser, pode mijar nas calças. Ele pode.



Certo momento uma pessoa percebendo que eu olhava para o homem, me disse: - Ele sempre conta essas histórias...ele sempre canta essas músicas...



Assim pensei em Nietzshe:



Já caminhei nos campos de meus pais... andei, percorri, vivi, vivenciei e guardei comigo todas as informações que pude obter. Alguns erros, eu vi, outros corrigi. Alguns, repeti.



Algumas dessas informações e orientações, em verdade, verdade vos digo, lembranças de estremo carinho, trago comigo como parte dos tesouros que pude juntar em toda a minha vida.



Lembro principalmente das músicas cantadas pela minha mãe e muitas para me ninar. Eram músicas diferentes das de ninar... eram músicas da época ou ao menos de época próxima, cantada por cantores do rádio ou “chiadas” junto ao som de uma pick-up de alta sonoridade que se ouvia aos domingos pela manhã.



Estou neste momento da minha vida, ainda percorrendo meus próprios campos, mas, ao completar meus sessenta anos de idade, mesmo atendendo a toda tecnologia da informática, prestes a iniciar o caminho de meus filhos.



Durante este tempo, pude ensinar muito aos meus filhos que percorriam os meus campos. Dei aos meus dois filhos mais velhos, grandes homens e boas pessoas, personalidade, retidão de pensamentos, propostas de honestidade e de trabalho, propostas de aventuras e, principalmente aquelas músicas que havia aprendido com minha mãe ou depois de um tempo, quando já havia me arriscado a tocar muito mal um violão, nos encontros familiares, aprender também com meu pai.



Tive oportunidades e continuo ensinando meus filhos menores, cantando para fazê-los dormir, corrigindo seus erros de português, corrigindo seus desvios de convivência.



Enquanto caminhei por meus campos, tive aventuras de diversas formas, em diversos lugares, conhecendo gente de toda espécie. Trilhei caminhos de moto, a pé, estive nos mais recônditos lugares, onde muito pouca gente já pisou.



Já conheci mais gente que os assinantes da lista telefônica da cidade de São Paulo e já vivi coisas, certas, erradas ou com sabor de nada, em um único dia, o que muita, mas muita gente mesmo, não viveu em toda a sua existência.



Estudo e estudei muito, o que foi mais uma coisa passada para meus filhos. Estudei e estudo, em um dia, uma quantidade de conhecimentos, que muita gente não estuda durante toda uma vida.



Um dia... depois de erros cometidos e separações de casamentos e da perda de amigos que seguiram outros rumos, conheci minha atual esposa, mãe maravilhosa, companheira e parceira ideal, perfeita e mais perfeita ainda mulher, que consegue ao mesmo tempo ser amante, minha mãe e minha filha (inclusive pela diferença de idade).



Possivelmente, quase com certeza, no momento em que tiver que trilhar os campos de meus filhos, será nos campos dela que mais permanecerei.



Conto isso, para poder explicar algumas coisas a você.



Não pense que com isso esteja eu dizendo que tenho conhecimento de tudo.



Não pense que o que lhe digo é o correto.



Não pense que minhas lembranças, minhas histórias, minhas músicas sejam as melhores.



Mas não se esqueça, são as minhas lembranças e meus tesouros.



Por isso, fico pensando sobre nossos últimos encontros, em que você sentiu vontade de me questionar, de me perguntar, de pedir opiniões, assim como meus filhos e até minha esposa me solicitam.



Estou disponível para contar essas histórias e levar os conhecimentos que tenho para distribuí-los como guloseimas em nossos bate-papos regados a vinho enquanto você bebe cerveja.



Por outro lado, quem você pensa que é? Onde está o testamento de Adão dizendo que você pode julgar minhas aventuras, dizer que são velhas minhas músicas e minhas histórias?



São minhas, entendeu? São minhas. De mais ninguém



Tenho sessenta anos bem vividos para saber que são velhos, mas que são fonte oral de um período da história deste país, das melodias deste país, dos ritmos, da política estudantil e partidária, das experiências profissionais e vivenciais, afinal sou um profissional atualizado e atuante.



Pasme meu amigo, pasme. Os campos pertencentes a seus pais e que você percorreu até pouco tempo, mesmo que tenham sido mais áridos e vazios em relação ao que você queria, eram ricos de amor, de informações, de cultura, de etc., de etc. e de etc.



Eles, dá forma que possuíam ou sabiam, ensinaram a você quantas vezes lhes pediu, corrigindo seus erros, suas teimosias, seus enganos. Repetiram tantas coisas, tantas vezes e nunca você disse que estavam sendo repetitivos em ensiná-lo.



Quantas vezes você perguntou: Mãe o que é isso e ela pela centésima vez, com toda paciência repetiu.



Se hoje, velhos e cansados repetem histórias, se até mesmo uma caduquice aparece, alguns pequenos lapsos de memória sobre o que comeram ontem no almoço surgem, se nomes de pessoas são esquecidos, perceba que suas histórias não são esquecidas, histórias cheias de fatos, de conteúdo, de carinho ou de tristeza. E você? Você diz que são repetitivas. Que não tem nenhuma relação com o que você gosta. Que não possuem encaixe com seus desejos, com suas vontades. Se obriga com enorme mau humor em ouvi-los.



Se hoje, alguns pais têm dificuldades em andar, dores que os impedem de se locomover como um potro correndo na campina tente lembrar como era sua vida enquanto corria nos campos deles, afinal, tantas vezes lhe ensinaram a atravessar a rua, a falar corretamente, a se portarem perante as visitas. Mesmo assim, como todos esses ensinamentos, com tanta repetitividade, você aprendeu tudo?



Ao percorrer hoje, seus próprios campos, consegue lembrar as coisas repetidas usadas com seus filhos enquanto eles percorrem seus campos? Conseguiu fazer com que eles fossem iguais a você ou ainda repete coisas para ver se eles aprendem?



Se suas propostas internas são umas e suas ações são outras, trate isso com rompantes de coragem e sorrisos, não de birra, não de marra, não de mau humor.



Você é “obrigado” a lembrar de que dentro de um tempo, poderá estar sendo chamado de velho, de estar querendo ouvir ou tocar aquela coisa mais que démodé chamada Pink Floyd, Beatles ou Rolling Stones e algumas pessoas dizendo: Outra vez????



Para terminar este desabafo, tenho que citar outro autor, José Regio, pseudônimo de José Maria dos Reis Pereira, poeta português (velho, afinal nasceu em Vila do Conde em Portugal em 1901 e morreu em 1969, não tão longe da data em que você nasceu) com seu poema Cântico Negro:



"Vem por aqui" — dizem-me alguns com os olhos doces Estendendo-me os braços, e seguros De que seria bom que eu os ouvisse Quando me dizem: "vem por aqui!" Eu olho-os com olhos lassos,



(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços) E cruzo os braços, E nunca vou por ali... A minha glória é esta: Criar desumanidades! Não acompanhar ninguém. — Que eu vivo com o mesmo sem-vontade Com que rasguei o ventre à minha mãe Não, não vou por aí! Só vou por onde Me levam meus próprios passos... Se ao que busco saber nenhum de vós responde Por que me repetis: "vem por aqui!"?



Prefiro escorregar nos becos lamacentos, Redemoinhar aos ventos, Como farrapos, arrastar os pés sangrentos, A ir por aí... Se vim ao mundo, foi Só para desflorar florestas virgens, E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada! O mais que faço não vale nada.



Como, pois, sereis vós Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem Para eu derrubar os meus obstáculos?... Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós, E vós amais o que é fácil! Eu amo o Longe e a Miragem, Amo os abismos, as torrentes, os desertos...



Ide! Tendes estradas, Tendes jardins, tendes canteiros, Tendes pátria, tendes tetos, E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios... Eu tenho a minha Loucura! Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura, E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios... Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém! Todos tiveram pai, todos tiveram mãe; Mas eu, que nunca principio nem acabo, Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.



Ah, que ninguém me dê piedosas intenções, Ninguém me peça definições! Ninguém me diga: "vem por aqui"! A minha vida é um vendaval que se soltou, É uma onda que se alevantou, É um átomo a mais que se animou... Não sei por onde vou, Não sei para onde vou Sei que não vou por aí!



Agora meu amigo, viva como quiser, pense como quiser, afinal é assim que você vai escrever a sua própria história.




QUINTA-FEIRA, 12 DE JANEIRO DE 2012

TATAMES NOVOS NO AIKI KAIZEN RIO CLARO


Prezados Amigos,



O ano de 2012 começou "com tudo".



O Sensei Fabrício, Aiki Kaizen Dojo - Rio Claro adquiriu 180 m2 de tatame, em EVA.



"Devido ao crescimento da arte na cidade de Rio Claro, bem como o aumento de alunos foi possível comprarmos essa quantidade de tatames, com isso, conseguiremos num futuro próximo organizar grandes eventos de Aikido em nossa cidade", assimdisse o Sensei Fabrício.



"A atitude do Sensei Fabrício, reflete em acreditar cada vez mais no crescimento e evolução da arte em Rio Claro, cidade onde desempenha um excelente trabalho, bons frutos virão, com um tatame desse tamanho a expectativa é que ocorrão grandes eventos da arte na cidade", comentou o Sensei RoneyAiki Kaizen Dojo - Piracicaba.



Sucessotodosaté breve no tatame.



CENTRO REGIONAL DE AIKIDO



Escola Aiki Kaizen de Aikido



DOMINGO, 8 DE JANEIRO DE 2012

VOLTA ÀS AULAS


Prezados Amigos e Alunos,



Esperamos que estejam bem e com muita saúde, na certeza que descansaram merecidamente com essa pequena pausaque fizemos no final do ano.



Lembramos que, no dia 9 de janeiro, às 20 horas estaremos juntos para o primeiro treino de 2012.



Estamos ansiosos para esse encontro.



Até breve.



Escola Aiki Kaizen de Aikido 



SÁBADO, 24 DE DEZEMBRO DE 2011

FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO


Prezados Senhores,



Agradecemos imensamente por este ano que passamos juntos, 2011 foi o ano das realizações.



Pudemos no tatame desfrutar de excelentes momentos ao lado de pessoas comprometidas com a arte.



Muita coisa aconteceutemos certeza que  ainda um imenso caminho a percorrer.



Os bons frutos hoje colhidos correspondem àquelas sementes plantadas no passado, regadas com muito carinho, amor e trabalho.



Que tenham um Natal maravilhoso e 2012 com muita saúde, paz e harmonia.



É o que deseja



ESCOLA AIKI KAIZEN DE AIKIDO 


Horários de Hoje

TURMA (PERÍODO) HORÁRIO PROFESSOR(ES)
Infantil/Juvenil (Noite)
19:00 às 19:50
Roney
Adulto (Noite)
20:00 às 21:00
Roney

[Ver Tabela de Horários]

Filial

Aiki Kaizen Rio Claro
(Academia Mega Fitness)

Rua 9, n.º 1.413 – Bairro Santa Cruz
tel. (19) 3557.8883
E-mail: fabriciotriv@hotmail.com
Tel. Direto do Sensei: (19) 3534.4266

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(5/2/2012) BOAS NOTÍCIAS!
(24/1/2012) "Assim Falou Zaratustra"
(12/1/2012) TATAMES NOVOS NO AIKI KAIZEN RIO CLARO
(8/1/2012) VOLTA ÀS AULAS
(24/12/2011) FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO

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